Prova de execução

Ele mandou a foto. Esteve lá mesmo?

Vistoria feita do sofá. Entrega registrada com foto de outro dia. Hoje você não tem como saber. Suba uma foto externa abaixo e descubra em 5 segundos.

Veja a checagem pegando uma foto falsa

Um toque, sem subir nada. A análise roda no seu navegador.

Por que a data da foto não vale nada

Data, hora e GPS de uma imagem se editam em 10 segundos com qualquer aplicativo de celular. Quem quer fraudar já sabe disso.

A luz dentro da foto é outra história. Para forjar a sombra seria preciso reiluminar a cena inteira, objeto por objeto, de forma fisicamente coerente. Ninguém faz isso para matar uma visita.

O metadado mente fácil. Os pixels não.

Como funciona

1. A foto se declara

Toda imagem de celular grava onde e quando foi tirada.

2. O céu é calculado

A posição do sol naquele lugar e naquele instante é determinística.

3. A conta bate ou não

Foto clara às 2h da manhã tem uma explicação só.

Onde esta checagem não alcança

Foto interna. Dentro de uma loja não há sol, então a geometria não diz nada. Gôndola, estoque e corredor ficam de fora.

Foto que passou por aplicativo de mensagem. O compartilhamento apaga local e horário. Não sobra alegação para conferir.

Os dois casos têm a mesma solução, e é a razão de existir a captura assinada: quando a foto nasce dentro do seu fluxo, local e horário são gravados no ato e não dependem nem do sol nem do metadado sobreviver ao caminho.

Prova que nasce assinada

R$ 0,40 por verificação

Link de captura que grava local, horário e assinatura no ato, em vez de auditar depois uma foto que já perdeu os metadados.